Cuerpos entre pantallas: psicodrama decolonial, género y sexualidad

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.804

Palabras clave:

Psicodrama, Procesos grupales, Género, Decolonialidad

Resumen

Este relato de experiencia analiza el Grupo de Estudos Experiências e Vivências Sexuais e de Gênero (GEEVisGe), desarrollado en 2025 en Saúde Mental Camarada, como un dispositivo psicodramático decolonial, transfuncional y virtual. La materialidad analítica comprende elecciones metodológicas, estrategias de intervención, manejos y el procesamiento reflexivo de la codirección, sin analizar datos individuales. Ocho encuentros se presentan como escenas de análisis de la articulación entre la formación política, el género, la sexualidad y la salud mental. La experiencia permite examinar las posibilidades y los límites de los métodos de acción en entornos virtuales, movilizar la noción de vínculos insurgentes y formular revoluciones mínimas como operadores interpretativos. Se concluye que los grupos formativos pueden favorecer la desprivatización del sufrimiento sin convertirse en psicoterapia.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Brasil (2016). Resolução n. 510, de 7 de abril de 2016 Ministério da Saúde. Recuperado de https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/atos-normativos/resolucoes/2016/resolucao-no-510.pdf

Cunha, E. L. (2016). A psicanálise e o perigo trans (ou por que psicanalistas têm medo de travestis?). Periódicus, 1(5), 7-22. https://doi.org/10.9771/peri.v1i5.17172

Daltro, M. R., & Faria, A. A. (2019). Relato de experiência: Uma narrativa científica na pós-modernidade. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 19(1), 223-237. https://doi.org/10.12957/epp.2019.43015

Fanon, F. (2008). Pele negra, máscaras brancas EDUFBA.

Favero, S. (2020). (Des)epistemologizar a clínica: O reconhecimento de uma ciência guiada pelo pensamento cisgênero. Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica, 5(13), 403-418. https://doi.org/10.31892/rbpab2525-426X.2020.v5.n13.p403-418

Fisher, M. (2009). Capitalist realism: Is there no alternative? Zero Books.

Haguiara-Cervellini, N., Callas, D. G., & Ferreira, S. M. P. (2015). Grupo autodirigido: uma estratégia para o desenvolvimento do papel de diretor e de ego-auxiliar. Revista Brasileira de Psicodrama, 23(1), 33-41. Recuperado de https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/295

Haraway, D. (1988). Situated knowledges: The science question in feminism and the privilege of partial perspective. Feminist Studies, 14(3), 575-599. https://doi.org/10.2307/3178066

Malaquias, M. C. (2025). Kizomba psicodramática: Experiências de aquilombamento. Revista Brasileira de Psicodrama, 33, e2625. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v33.720

Moreno, J. L. (2018). Who shall survive? A new approach to the problem of human interrelations Forgotten Books.

Nery, M. P. (2021). Psicodrama e métodos de ação on-line: Teorias e práticas. Revista Brasileira de Psicodrama, 29(2), 107-116. https://doi.org/10.15329/2318-0498.00442_PT

Perazzo, S. (2012). Psicodrama grupal. In M. P. Nery & M. I. G. Conceição (Eds.), Intervenções grupais: O psicodrama e seus métodos (pp. 73-93). Ágora.

Pimenta, T. J. (2026). Escenas clínicas cuir y dirección psicodramática sucia. Revista Brasileira de Psicodrama, 34, e1526. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.791_esp

Ribeiro, D. F. (2023). A decolonialidade na pesquisa e prática psicodramáticas: Pela superação de epistemicídios históricos. Revista Brasileira de Psicodrama, 31, e0323. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v31.596

Ribeiro, D. de F. (2024). Uma floresta de árvores anciãs: Sonho-ação sobre psicoterapia de grupo psicodramática. In L. de S. Z. Vomero, D. de F. Ribeiro, M. A. S. Rodrigues, P. C. de Oliveira, & L. F. D. Vieira, Que mundo queremos? Eu, você, nós! (pp. 41–82). Federação Brasileira de Psicodrama. https://febrap.org.br/wp-content/uploads/2024/11/e-book-completo.pdf

Saúde Mental Camarada (Sameca) (2026). Portal Sameca. Recuperado de https://sameca.org/

Sousa, C. G., Colling, L., & Casteleira, R. P. (2024). Provocações iniciais para pensar o pós-queer/cuir no Brasil da atualidade. Conceição/Conception, 13, e024005. https://doi.org/10.20396/conce.v13i00.8677692

Vidal, G. P., & Castro, A. (2021). Transmitindo conexões: A construção do vínculo psicoterápico no psicodrama bipessoal on-line Revista Brasileira de Psicodrama, 29(2), 127-137. https://doi.org/10.15329/2318-0498.21877

Vieira, É. D. (2017). O psicodrama e a pós-modernidade: Espontaneidade como via de resistência aos poderes vigentes. Revista Brasileira de Psicodrama, 25(1), 59-67. https://doi.org/10.15329/2318-0498.20170007

Vomero, L. S. Z., & Malaquias, M. C. (2025). Desobediência neoliberal: Um relato de fracasso. Revista Brasileira de Psicodrama, 33, e1325. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v33.682

Vomero, L. S. Z., & Nery, M. P. (2024). Escola da anarquia: Psicodrama e letramento LGBTQIA+ e racial. Revista Brasileira de Psicodrama, 32, e0824. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v32.660

Zakabi, D. (2014). Clínica LGBT: Contribuições do psicodrama para superação do estigma e da discriminação. Revista Brasileira de Psicodrama, 22(2), 6-14. Recuperado de https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/385

Publicado

2026-10-13

Cómo citar

Melo, E., Adelino, D., & Pimenta, T. J. (2026). Cuerpos entre pantallas: psicodrama decolonial, género y sexualidad. Revista Brasileira De Psicodrama, 34. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.804

Número

Sección

Dossier Temático: Cuerpos que habitan mundos o mundos que habitan cuerpos: Procesos grupales, géneros y sexualidades